sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Sem sinal

Onze horas de uma manhã de sexta-feira chuvosa.
Se mágica existisse, conseguiria escapar da rotina diária dos mesmos insistentes desejos.
A lua não tem aparecido.
E algumas circunstâncias a deixam prestes a tomar decisões impulsivas.
Nem a primeira, nem a última.
Ela deixa voar e quer, pelo menos por instantes, olvidar.

2 comentários:

o lado B do lado B disse...

12 e meia de uma sexta feira, o vento sopra forte, muito forte, e com ele, a mesma vontade de voar.
Ele, também deixa voar, e o quer!
Por instantes longos, talvez ele seja muito egoísta!

Carolina Vicentini disse...

você é ótima!

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