sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Lunática

A música que chacoalha, me faz feliz.
A sensação de liberdade que independe do resto do mundo, me deixa sentir.
A certeza que eu tenho, não me permite desistir.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Mútuas projeções


Apaixonante inquietude essa que percebo em tua voz, em teus movimentos.
A aflição dos teus olhos me revela nosso futuro.
Quando divides tua angústia comigo, ela passa ser muito mais minha do que tua.
Tu me acalmas e eu te aclamo.
Nossos planos nos proporcionarão muitos e belos vôos.
Nossas expectativas hão de se concretizar.
Por que eu te amo e tu me amas.
O elo agora já está feito.
E nenhuma das circunstâncias pode com ele arrasar.
Estás para mim, assim como estou para ti.
Isso se pode sentir!
100º post!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Aflição total

Sensação que parece matar aos poucos.
Medo do não.
Pavor da decepção.
Irritabilidade dominante.
Tenebrosa angústia dilacerante.
A dor que arranca pedaços.
A fragilidade e abandono total.
Não queria mais me permitir ficar assim.
Mas quando se trata de um desejo assim fatal,
Nada parece banal.
Não há como segurar.
Será que vou suportar?

ANGUISH!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Fluídos românticos

E no meio da multidão,
Estava você!
Então nada mais importava.
Minh’alma saltava do peito
E o efeito era alucinante.
Os sentidos se aguçavam.
Parecia poder viver apenas de amor.
Estava então completa e plena.
Por alguns segundos a vida parecia
Ser um lindo poema!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Confusões psíquicas

Pavor físico.
Desejo abstrato.
Toda aquela paz que ela tinha,
Vira cinza com o orvalho de manhãzinha.
Percebera que é de dentro da sua mente que se passa isso.
O silêncio intriga.
O imensurável valor de algumas coisas que só tem sentido para ela.
O sopro que balança os cabelos.
A sensação de liberdade que faz calar todas as inseguranças.
As impressões que ofuscam sua racionalidade.
As emoções que vem brotando ritmicamente.
E as lágrimas que caem quase que involuntariamente.
A bebida passa dominar aquele corpo.
O bar vira palco para tantas coisas externar.
Ali uns jogam, outros bebem, se beijam, riem e choram.
Ela nem sabe o que faz.
A bebida entra e deixa o mundo ao redor dela girar.
E de repente, num tropeço o pavor retorna.
Já não mais comemora.
Talvez seja hora de parar.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Das energias do âmago

Insiste.
Arquiteta.
Bola planos infalíveis.
Aposta que pode dar certo.
E é por não desistir
Que vem a credibilidade.
Embora talvez a casca não denote
Existe uma força que é irrevogável!
Parece ser além da própria vontade
Vai e voa longe.
Acredita na sua verdade!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Aquela ventania

Pode-se dizer que andou ultrapassando as fronteiras de si mesma.
Os encantos das palavras ditas no cotidiano da convivência.
A sensação de liberdade e felicidade que veio quase de graça.
A calma, para racionalizar o medo.
Calaram-se as vozes que amedrontavam.
Isso lhe reportava a muitas coisas.
Era aquela sua força que ressurgia!
As palavras não formavam apenas um jogo.
Eram a prova do diálogo das almas em sintonia.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Imprevissões de dentro dela


Uma tarde de calor.
Uma vida em seu conjunto de emoções, histeria e apatia.
Estava sentindo-se absurdamente estranha.
A brisa que sentia do lado de dentro, causava vertigem.
O verde escurecia e o frescor era estonteante.
O clima primaveril trazia novas ânsias.
Clamava por socorro.
Mas talvez não quisesse que a socorressem.
Ouvia apenas o que o seu ouvido escolhia.
Mas ainda acreditava na sintonia que insistia pensar existir.
Alienava-se em seu mundo particular.
Doía menos ficar por lá?

sábado, 3 de outubro de 2009

À meia luz


Campo de batalha sua mente.
A taça de vinho que segurava firme
Permitia que visualizasse seu reflexo
Era distorcido e sem sentido.
Não entendia o que dizia a música que ouvia.
Mas estava em sintonia com alguém que de pronto, sempre lhe extasia.
Pensava em desbravar o mundo.
Aprendia e com a mesma velocidade, se esquecia.
Estava tomada por um desejo que era maior que ela.
Não se conhecia.
Entorpecia-se com vinho.
E merecia o que vivia.

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